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Por Antonio Ferro dia em Notícias

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Para alcançar objetivos sócio ambientais, um conjunto de leis bem formulado pode ser o instrumento capaz de viabilizar a mudança total da matriz energética para a redução das emissões poluentes

Em recente encontro promovido pela Abegás, no Rio de Janeiro, foram apresentadas algumas aplicações do uso do gás natural como alternativa energética em relação ao diesel. A expansão do mercado do gás no setor sucro energético pode ser considerado exitoso, assim como a criação de um corredor azul entre Campinas e São Paulo para operações logísticas em que os caminhões são abastecidos exclusivamente com energia alternativa dão mostras que o gás tende a ser algo viável para algumas aplicações.

No que diz respeito ao transporte de passageiros, em que hoje, predomina, o diesel como fonte de energia, como se sabe, trata-se de um dos principais itens da planilha de custos operacionais para o empresariado. Experiências como as adotadas em Madri e em Cartagena que adotaram o gás no transporte público dão sinais que a mudança da matriz energética é possível, e atende pilares importantes como bem-estar social, viabilidade econômica e ser amigável do meio ambiente.

Para alcançar objetivos sócio ambientais, um conjunto de leis bem formulado pode ser o instrumento capaz de viabilizar a mudança total da matriz energética, como nos casos das cidades citadas. Já a questão econômica é preciso que hajam incentivos ou receitas extra tarifárias capazes de compor o orçamento da atividade. É de conhecimento que muitas cidades da Europa tem o transporte subsidiado. Em alguns casos, o montante pode chegar a 50% dos custos. Nos dois exemplos, a frota total somada se aproxima de 3 mil veículos.

No Brasil, existem uma serie de iniciativas isoladas que podem resultar na mudança gradativa da matriz energética. Entretanto, o conservadorismo empresarial, a morosidade na efetividade de marcos regulatórios e a falta de incentivos econômicos se tornam entraves para a mudança de patamar do transporte público por ônibus. São Paulo e Rio de Janeiro, as maiores cidades brasileiras, somam mais de 20 mil veículos. Em curto prazo fica difícil imaginar qualquer movimentação em torno deste assunto, mas, no momento em que a viabilidade econômica estiver atestada e se definir uma fonte de incentivo para o transporte, aí sim, será possível imaginar um novo transporte mais limpo para a sociedade brasileira.

Por Renato Siqueira

Imagem - Divulgação/Abegás

 

 

 

 

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