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Eficiência, o princípio da operação

Por Antonio Ferro dia em Conexão Mobilidade

Eficiência, o princípio da operação
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A falta de capacidade na gestão municipal tem sido uma peculiaridade na promoção de um transporte coletivo capacitado. O desinteresse para com a evolução do ônibus é visível

Durante a 32ª edição do Seminário Nacional da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), o painel intitulado “E agora Brasil?”, iniciativa do jornal Folha de São Paulo, reuniu quatro representantes dos candidatos à presidência da República na próxima eleição de outubro deste  ano. Foram abordadas propostas em torno do tema transporte visando o alcance de soluções para uma mobilidade urbana com desempenho.

Os representantes dos candidatos concordaram que algo precisa ser feito em caráter de urgência. Aspectos como investimentos em infraestrutura, tecnologia, novos modais de deslocamento (além do ônibus), tarifas adequadas e acessibilidade aos sistemas, fundos de financiamento ao setor e planejamento urbano foram ressaltados como propósitos para um novo olhar à mobilidade.

Entretanto, os participantes esqueceram de dizer que sem o envolvimento conjunto entre sociedade, poder público e operador nada teremos de positivo. O fato é que o ônibus urbano é sempre o último a ser destacado nas agendas públicas em relação ao desenvolvimento urbano. Continuamos ver um setor que a cada dia míngua, perdendo o passageiro, que de cliente não tem nada,  proporcionando serviços com o mínimo de qualidade, sem levar em    consideração o direito do cidadão e a contribuição positiva que o modal representa às cidades.

A falta de capacidade na gestão municipal tem sido uma peculiaridade na  promoção de um transporte coletivo capacitado. O desinteresse com o compromisso de evolução para com o ônibus é visível no decorrer dos anos, sem  uma manifestação contundente do Estado para que os sistemas sejam mais atrativos para quem mais precisa - a população.

Antes de aplicarmos todos os novos conceitos tecnológicos, algo relacionado à mobilidade 4.0, que surgem a cada dia em nosso cotidiano no sentido de causar um rendimento facilitado às operações e aos deslocamentos, é preciso ressaltar que o ônibus urbano carece de eficiência, pela simples operação em condições próprias, que deem velocidade às viagens, além de uma gestão moderna e  qualificada.

Nesse sentido, investir na eficácia é o princípio da operação. Consequentemente, todos os outros elementos de inovação poderão pegar carona, cooperando com a evolução do modal. 

 

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