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Homenagem da Marcopolo à Revista AutoBus

Durabilidade das automáticas

Por Antonio Ferro dia em Notícias

Durabilidade das automáticas
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Nesses 1,1 milhão de quilômetros rodados por um período de 10 anos de operação com as transmissões automáticas, os protótipos pararam uma única vez, aos 857.000 quilômetros

Recentemente, a Allison Transmission informou que uma de suas clientes, a operadora carioca Caprichosa Auto Ônibus, ultrapassou a marca dos 1 milhão de quilômetros rodados com dois ônibus equipados com a sua tecnologia. Os veículos, da marca Mercedes-Benz (chassis OF 1418 e 1722) possuem a transmissão automática da Série 3000 e estão em operação há quase 10 anos.

De acordo com a fabricante, os dois ônibus tiveram o acompanhamento da engenharia da Allison desde que iniciaram seus serviços e ainda contaram com o suporte da empresa durante todos os ajustes e desenvolvimentos que se fizeram necessários no decorrer da sua utilização diária. Eles sempre trabalharam em rotas de trânsito pesado e, na medida do possível, foram conduzidos pelos mesmos motoristas. Nesses 1,1 milhão de quilômetros rodados por um período de 10 anos de operação com as transmissões automáticas, os protótipos pararam uma única vez, aos 857.000 quilômetros, para a manutenção corretiva de peças que se desgastam naturalmente. "Nós tivemos várias boas surpresas com esses protótipos, uma em particular é que eles nunca pararam de rodar. Tirando os pequenos ajustes que são inerentes a uma nova adaptação, eles se adaptaram perfeitamente às transmissões automáticas. Além disso, os motoristas trabalham com melhor humor, maior segurança e menor cansaço pelo fato de não precisar ficar mudando marchas", disse José Alberto Barboza, diretor financeiro e filho de José de Castro Barboza, fundador do Grupo que conta com as empresas Caprichosa Auto Ônibus e Auto Viação Três Amigos.

Outro detalhe ressaltado pelo operador é que pela experiência comprovada, um ônibus com câmbio manual com essa mesma quilometragem precisará parar para a troca de embreagem, platô, discos etc., aproximadamente 12 vezes. Ou seja, essas peças precisam de substituição, em média, a cada 90 mil quilômetros. Um custo significativo pelo tempo de indisponibilidade do veículo, peças e serviços de oficina.

Imagem - Divulgação

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